Mais uma vez os professore foram pisados e ludibriados pelos políticos
informaram que o reajuste seria de 19%, mais não aguentarem a pressão que os Governadores e os prefeitos
fizeram para que esse reajuste fosse implantado sustentados pela maioria
absoluta de um governo que se diz dos trabalhadores que parecia ter tudo nas mãos para responder
aos anseios da classe docente e das comunidades educativas, rapidamente os
professores perceberam que as promessas de dignificação das condições de
trabalho se revestiriam de ataques cerrados da própria tutela à dignidade e à
integridade com que durante tantos anos suportaram as más condições de
trabalho. Os ataques à imagem dos professores, no intuito de convencer outros
profissionais e a sociedade de que na docência nada se faz a não ser gastar o
erário público, mais não foram do que uma estratégia de sustentação, agregada à
intenção de levar um ambiente de mal-estar e de perseguições nas escolas. Já estamos
no em fevereiro e ainda não se sabe quando
esse mísero reajuste de 8,32% será pago o aumento violento da carga horária letiva e
da não letiva (incluindo nesta outros tipos de trabalho com alunos e
tempos de permanência na escola desnecessários), menos tempo na componente
individual para planejamento das aulas, preparação e avaliação dos trabalhos. O
desemprego aumentou. A avaliação de desempenho, burocratizada e longe do que é
a vida da escola, pretende destacar o individual em detrimento do trabalho em
equipa e da colaboração enquanto alavanca do sucesso de uma escola.
16 de fevereiro de 2014
ATÉ QUANDO NÓS PROFESSORES SEREMOS PISADOS?
Professores:
garantido reajuste de 19% no piso salarial nacional.
Professores
de todo o País conquistaram uma grande vitória, ao fazer valer a lei do piso
salarial nacional da categoria, que será reajustado em 19% em 2014. A afirmação
é do deputado federal Chico Lopes (PCdoB), que destaca que, mesmo após lutar
por décadas pela aprovação da lei do piso, os professores continuam mobilizados
para que todos os estados e municípios cumpram a lei, em sua integralidade.
"É impressionante que, após tanto tempo de luta e passados cinco anos desde a aprovação da lei do piso, os professores ainda tenham de se mobilizar para cobrar aquilo que deveria ser natural: o cumprimento da lei", ressalta Chico Lopes, se referindo aos estados e municípios que ainda não honram a lei do piso nacional dos professores - seja na garantia da remuneração (hoje no valor de R$ 1.567,00), seja no direito a um terço da carga horária para atividades extrassala, como planejamento e correção de provas.
"É impressionante que, após tanto tempo de luta e passados cinco anos desde a aprovação da lei do piso, os professores ainda tenham de se mobilizar para cobrar aquilo que deveria ser natural: o cumprimento da lei", ressalta Chico Lopes, se referindo aos estados e municípios que ainda não honram a lei do piso nacional dos professores - seja na garantia da remuneração (hoje no valor de R$ 1.567,00), seja no direito a um terço da carga horária para atividades extrassala, como planejamento e correção de provas.
"O
STF confirmou a validade da lei, recusando o questionamento que havia sido
feito por cinco governadores, quanto à lei do piso. Mais recentemente, todos os
governadores se uniram para questionar, junto ao Governo Federal, o reajuste de
19% previsto para o piso dos professores em 2014. Felizmente, mais uma vez, os
professores saíram vitoriosos", aponta Chico Lopes, professor e militante
histórico da educação.
"Os governadores pediram que fosse mudada a forma de cálculo do reajuste do piso, para que o reajuste de 19% não fosse respeitado, dando lugar a um reajuste bem menor, de menos de 10%", reconstitui Lopes.
"Os governadores pediram que fosse mudada a forma de cálculo do reajuste do piso, para que o reajuste de 19% não fosse respeitado, dando lugar a um reajuste bem menor, de menos de 10%", reconstitui Lopes.
"Denunciamos essa tentativa infeliz de desrespeitar a lei do
piso. Felizmente, após a mobilização da sociedade, o presidente da Câmara dos
Deputados, Henrique Alves, decidiu retirar da pauta o projeto que alterava o
reajuste do piso dos professores. Assim, o reajuste de 19% está garantido para
2014. Uma vitória dos professores, da educação, da sociedade", aponta
Chico Lopes.
"Sabemos dos
desafios dos estados e municípios, mas a União oferece recursos complementares,
para ajudar. E já são cinco anos desde a aprovação da lei do piso, que precisa
ser cumprida. É isso que a sociedade espera, por mais qualidade de ensino, mais
dignidade para os professores, mais estímulo para que novos profissionais
abracem essa carreira. Parabéns aos professores, que lutaram com coragem e
terão merecidamente, 19% de reajuste em 2014".
Fonte:
Assessoria de imprensa do Deputado Federal Chico Lopes.
18 de dezembro de 2013
OS ÔNIBUS DO PROGRAMA CAMINHOS DA ESCOLA SÃO ABANDONADOS.
No sol e na chuva os ônibus do programa
caminho da escola na sua maioria são estacionados
nas ruas das cidades de Sergipe que servem como garagem.
O governo
federal investe milhões na compra dos ônibus, mas os prefeitos no cuidam
devidamente desses ônibus que são extremamente útil para a comunidade escolar. Conheço vários município de Sergipe que tem mais de 10 ônibus todos ao relento, que custou entorno de dois milhões
e quinhentos mil reais . O prefeito não
pode dar a sua contrapartida construindo um galpão pré-moldado que dependendo
da área construída não ultrapassa vil
mil reais.
Por traz
desse descaso está um grande jogo de interesse, pois com os ônibus novos a barganha politica que existe com donos de
empresas que prestam serviço no transporte escolar.
Por esse motivo quanto mais cedo esses ônibus viram sucata
melhor só assim as linhas de voltaram a
servir de moeda de troca por apoio politico de vereadores , apadrinhados e puxa
sacos que gozam de trafego de influência até quando vamos conviver com esse descaso com o patrimônio público.
PREÇO DE ÔNIBUS ESCOLAR VARIA ENTRE R$ 139 MIL E R$ 250 MIL!!!
Preço de ônibus escolar varia entre R$ 139
mil e R$ 250 mil
Ônibus Escolar na estrada em áreas rurais.
Estados e municípios já podem comprar os novos ônibus do Programa Caminho da
Escola, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). As atas com os
preços dos modelos foram publicadas nesta sexta-feira, dia 7, no Diário Oficial
da União. Os preços variam entre R$ 139 mil e R$ 250 mil, dependendo do tamanho
e das especificações dos veículos.
O ônibus rural escolar pequeno (até 29
estudantes sentados) ficou registrado em R$ 139 mil. Se for equipado com
plataforma elevatória, para facilitar o acesso de cadeira de rodas no veículo,
o preço vai para R$ 147,4 mil. A empresa Iveco Latin America venceu esses dois
itens do pregão eletrônico do FNDE nº 50/2012.
A Marcopolo levou o item 3 do pregão.
Trata-se de um ônibus pequeno com tração 4x4 e com capacidade para 23 alunos
sentados. O preço ficou em R$ 196,5 mil.
O ônibus médio teve como vencedor a empresa
Man Latin America. Com capacidade para 44 estudantes sentados, os preços variam
de R$ 227,7 mil a R$ 237,7 mil (veículo equipado com plataforma elevatória).
Já a Mercedes-Benz do Brasil venceu o grupo
de ônibus grandes, com capacidade para 59 alunos sentados. Os veículos custam
R$ 240,5 mil e R$ 250,5 mil (com plataforma elevatória).
Adesão – Existem três formas para estados e
municípios participarem do Caminho da Escola: com recursos próprios, bastando
aderir ao pregão; por meio de financiamento do BNDES, que disponibiliza linha
de crédito especial para a aquisição de ônibus zero quilômetro; ou via convênio
com o FNDE. Os interessados em pedir adesão à ata de registro de preços devem
acessar o Sistema de Gerenciamento de Adesão de Registros de Preço do FNDE
(Sigarp), disponível no portal eletrônico da autarquia.
“Desde sua criação, em 2007, o Caminho da
Escola já disponibilizou mais de 23 mil ônibus escolares a estados e
municípios, sendo que mais da metade foi adquirida com recursos do governo
federal”, afirma José Maria Rodrigues de Souza, coordenador-geral do programa.
Entre as especificações dos veículos, há
cinto de segurança em todos os assentos e mecanismo de proibição de locomoção
com a porta aberta. A largura do corredor central é mais estreita que o
habitual, dificultando que os estudantes fiquem em pé nos veículos e aumentando
a quantidade e o conforto dos assentos. Também têm limitador de velocidade,
tacógrafo eletrônico e GPS, para garantir maior segurança aos estudantes e
permitir o controle do trajeto, dos tempos de percurso e de paradas, e de
consumo de combustível.
Outras características são chassi mais alto e
rodas mais próximas da frente e da traseira do veículo, para melhorar a
trafegabilidade e facilitar a saída de atoleiros. “Todas essas especificações
garantem mais segurança e conforto aos alunos que utilizam o transporte
escolar”, afirma o coordenador.
Fonte: http://www.fnde.gov.br/fnde/sala-de-imprensa/noticias/item/3965-pre%C3%A7o-de-%C3%B4nibus-escolar-varia-entre-r$-139-mil-e-r$-250-mil
acessado em
18/12/2013.
26 de novembro de 2013
JOGOS NA ALFABETIZAÇÃO
Use a sua criatividade e promova jogos e atividades que ampliarão as possibilidades de LEITURA e ESCRITA das crianças. Aí vão algumas dicas:
01 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, substitui umaletrapor outra que não faça parte da palavra. A criança deve localizar essas 7 substituições. 02 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, inverte a ordem de 2letras(ex: cachorro – cachorro). A criança deve achar esses 7 erros. - 03 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, omite uma letra. O aluno deve localizar os 7 erros.
- 04 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, acrescenta 1 letra que não existe. A criança deve localizar quais são elas.
05 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e substitui 7 palavras por outras, que não façam parte do texto. O aluno deve achar quais são elas. - 06 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e omite 7 palavras. O aluno deve descobrir quais são elas.
- 07 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e inverte a ordem de 7 palavras. O aluno deve localizar essas inversões.
- 08 - A profª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e acrescenta 7 palavras que não façam parte dele. A criança deve localizar quais são elas.
- Caça palavras
- 01 - A prof.ª monta o quadro e dá só uma pista: “Ache 5 nomes de animais” por exemplo.
- 02 - A prof.ª monta o quadro e escreve, ao lado, as palavras que o aluno deve achar.
- 03 - A prof.ª dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do texto.
- Jogo da Memória
- 01- O par deve ser composto pela escrita da mesma palavra nas duas peças, sendo uma em letra bastão, e a outra, cursiva.
- 02 - O par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.
- 03 - O par deve ser composto por uma peça contendo a figura, e a outra, o seu nome.
- Cruzadinha
- 01- A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz uma tabela com todas as palavras da cruzadinha em ordem aleatória. Assim, a criança consulta a tabela e “descobre” quais são os nomes pelo número de letras, letra inicial, final, etc.
- 02 - A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz um quadro com todos os desenhos e seus respectivos nomes, para que a criança só precise copiá-los, letra a letra.
- 03 - A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança escreva seus nomes.
- Bindo das Letras -As cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos, misturadas.
- Bingo de palavras -as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos.
- Bingo de iniciais -a profª deve eleger uma palavra iniciada por cada letra do alfabeto e distribuí-las, aleatoriamente, entre as cartelas. (+/- 6 palavras por cartela). A profª sorteia a letra e o aluno assinala a palavra sorteada por ela.
- Bingo de letras variadas -as cartelas devem conter letras variadas. A profª dita palavras e a criança deve procurar, em sua cartela, a inicial da palavra ditada.
- Quebra Cabeça de rótulos -A profª monta quebra cabeças de rótulos e logomarcas conhecidas e, na hora de montar, estimula a criança a pensar sobre a “ordem das letras”
- Dominó de palavras -em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva ilustração.
- Ache o estranho -a prof.ª recorta, de revistas, rótulos, logomarcas, embalagens, etc. Agrupa-os por categoria, deixando sempre um “estranho” (ex: 3 alimentos e um produto de limpeza; 4 coisas geladas e 1 quente; 3 marcas começadas por “A” e uma por “J”; 4 marcas com 3 letras e 1 com 10, etc.) Cola cada grupo em uma folha, e pede ao aluno para achar o estranho.
- Procure seu irmão 1 -os pares devem ser um rótulo ou logomarca conhecidos e, seu respectivo nome, em letra bastão.
- Procure seu irmão 2 -os pares devem ser uma figura e sua respectiva inicial.
- Jogo do alfabeto -
Utilize um alfabeto móvel (1 consoante para cada 3 vogais). Divida a classe em grupo e entregue um jogo de alfabeto para cada um.Vá dando as tarefas, uma a uma: - levantar a letra;- organizar em ordem alfabética;- o professor fala uma letra e os alunos falam uma palavra que inicie com ela;- formar frases com a palavra escolhida;- formar palavras com o alfabeto móvel;- contar as letras de cada palavra; - separar as palavras em sílabas; - montar histórias com as palavras formadas;- montar o nome doscolegasda sala;- montar os nomes dos componentes do grupo. - Pares de Palavras -
Objetivo: utilizar palavras do dicionário. Destreza predominante: expressão oral Desenvolvimento: O professor escolhe algumas palavras e as escreve na lousa dentro de círculos (1 para cada palavra). Dividir a classe em duplas. Cada dupla, uma por vez, dirigir-se-á até a lousa eescolheráum par de palavras formando uma frase com elas. A classe analisará a frase e se acharem que é coerente a dupla ganha 1 ponto e as palavras são apagadas da lousa. O jogo termina quando todas as palavras forem apagadas. - Formando palavras -Número de jogadores: 4 por grupo.Material: 50 cartões diferentes (frente e verso).Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do alfabeto)Desenvolvimento: Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada desenho. Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.Variações: Classificar (formar conjuntos) de acordo:- com o desenho da frente dos cartões; - com o número de letras das palavras constantes dos cartões; - com o número de sílabas das palavras dos cartões; - com a letra inicial;
- Treino de rimas -Várias cartas com figuras de objetos que rimam de três formas diferentes são colocadas diante das crianças. Por exemplo, pode haver três terminações: /ão/, /ta/, /ço/. Cada criança deve então retirar uma carta, dizer o nome da figura e colocá-la numa pilha com outras figuras que tenham a mesma rima. O teste serve para mostrar as palavras que terminam com o mesmo som. Ao separá-las de acordo com o seu final, juntam-se as figuras em três pilhas com palavras de terminações diferentes.
- Treino de aliterações -Em uma folha com figuras, a criança deve colorir as que comecem com a mesma sílaba de um desenho-modelo (por exemplo, desenho-modelo: casa; desenhos com a mesma sílaba inicial: caminhão, cama, caracol; desenhos com sílabas iniciais diferentes: xícara, galinha, tartaruga). A mesma atividade pode ser depois repetida enfatizando-se a sílaba final das palavras (por exemplo, desenho-modelo: coração; desenhos com o mesmo final: televisão, leão, balão, mão; desenhos com finais diferentes: dado, uva, fogo).
- Treino de consciência de palavras- Frases com palavras esquisitas, que não existem de verdade, são ditadas para a criança, que deve corrigir a frase. Substitui-se a pseudopalavra por uma palavra correta. Por exemplo, troca-se "Eu tenho cinco fitos em cada mão" por "Eu tenho cinco dedos em cada mão". Nesse jogo, palavras irreais são trocadas por palavras que existem de verdade, deixando a frase com sentido. Mostra-se que, ao criar frases com palavras que não existem, essas não têm significado.
- Quantas sílabas tem?A professora fala uma palavra e o aluno “bate palma(s)” de acordo com o número de sílabas.
- Qual é a palavra?A professora fala uma palavra (BATATA) e os alunos repetem omitindo a sílaba inicial (TATA) ou a final (BATA)
- Lá vai a barquinha carregadinha de...A professora fala uma LETRA (ou sílaba) e as crianças escolhem as palavras. Ex.: frutas iniciadas com M - maçã, morango, melão, etc...
- Adivinhando a palavra -O professor fala uma palavra omitindo a sílaba final e os alunos devem adivinhar a palavra. (ou a inicial)
- Quantas sílabas tem a palavra?A professora fala uma palavra e a criança risca no papel de acordo com o número de sílabas (ou faz bolinhas)
- Descoberta de palavras com o mesmo sentido- Ajude o aluno a perceber que o mesmo significado pode ser representado por mais de uma palavra. Isso é fácil de constatar pela comparação de frases como as que se seguem: • O médico trata dos doentes • O doutor trata dos doentes. Forneça, em frases, exemplos do emprego de sinônimos de uso comum como: • Bonita, bela; • Malvado, mau; • Rapaz; moço • Bebê; neném; • Saboroso; gostoso...
- Descoberta de palavras com mais de um significado -Com essa atividade, os alunos perceberão que palavras iguais podem ter significados diferentes. Ajude-os a formar frases com as palavras: manga, botão, canela, chato; corredor; pena, peça; etc
- Respondendo a perguntas engraçadas -Faça-as pensar sobre a existência de homônimos através de brincadeiras ou adivinhações:• a asa do bule tem penas? • O pé da mesa usa meia? • A casa do botão tem telhado?
- Escrita com música -1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos; 2) distribuir, entre as equipes, uma folha de papel; 3) apresentar às equipes uma música previamente selecionada pelo professor; 4) pedir que o aluno 1 de cada uma das equipes registre, na folha, ao sinal dado pelo professor, suas idéias, sentimentos, emoções apreendidas ao ouvir a música; 5) solicitar-lhe que, findo o seu tempo, passe a folha ao aluno 2, que deverá continuar a tarefa. E assim sucessivamente, até retornar ao aluno 1, que deverá ler o produto final de todo o trabalho para toda a classe.Observação: a folha de papel deverá circular no sentido horário.
- Conversa por escrito -1) dividir a classe em duplas; 2) entregar a cada uma das duplas uma folha de papel; 3) pedir às duplas que iniciem uma conversa entre seus elementos (ou pares), mas por escrito.Observações: 1) a dupla poderá conversar sobre o que quiser, mas deverá registrar a conversa na folha recebida; 2) a dupla não precisará ler sua conversa à classe; apenas o fará, se estiver disposta a tanto.Objetivo específico dessa atividade: ensejar a reflexão sobre as diferenças entre a linguagem oral e a escrita.
- Interpretando por escrito -1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos cada uma; 2) numerá-los de 1 a 4; 3) distribuir, entre as mesmas, pequenas gravuras (se possível de pinturas abstratas); 4) solicitar que cada uma das equipes registre, por escrito, o que entendeu sobre os quadros propostos; 5) ler as interpretações obtidas.
- Brincando com as cores -1) dividir a classe em equipes de 4 elementos; 2) numerar os participantes de cada uma; 3) distribuir, entre elas, as cores: atribuir uma cor (vermelho, verde, amarelo, azul, etc.) a cada uma das equipes ou grupos; 4) pedir que cada um dos elementos de cada uma das equipes registre, numa folha de papel que circulará entre os participantes, suas impressões a respeito da cor recebida; 5) solicitar das equipes a leitura das impressões registradas.Observações: a mesma atividade poderá ser realizada, mas sem a entrega de cores às equipes. Neste caso, cada um dos grupos deverá produzir um pequeno texto sobre uma cor, sem nomeá-la, mas procurando “dar pistas” a respeito da mesma, a fim de que os colegas possam descobri-la. Algumas equipes poderão ler seus textos e, se a cor não for descoberta, o professor poderá organizar uma discussão sobre esse fato, apontando, alguns fatores que talvez tenham dificultado a não identificação. Outra atividade com cores poderá ser a dramatização por meio de gestos, ou mímica, de uma cor escolhida pela(s) equipe(s).
- Compondo um belo texto-poema -1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) indicar a cada uma três substantivos - chave do poema: mar, onda, coqueiro; 3) marcar, no relógio, 10 (dez) minutos para a composição dos poemas; 5) expor, no mural de classe, os textos produzidos pelas equipes.
- Cinema imaginário -1) dividir a sala em equipes ou grupos; 2) apresentar às equipes três ou quatro trechos (curtos) de trilhas sonoras de filmes; 3) solicitar que os alunos imaginem cenas cinematográficas referente às trilhas ouvidas; 4) interrogar os alunos sobre o que há de semelhante e o que há de diferente nas cenas imaginadas por eles.“A partir das respostas a essas perguntas, o professor discutirá, com os alunos, o papel do conhecimento prévio e o das experiências pessoais e culturais que compartilhamos, para que possamos compreender textos (verbais, não-verbais, musicados, ...)
- Criação de um país imaginário -1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) pedir-lhes que produzam um texto, com ou sem ilustração, descrevendo um país imaginário, de criação da equipe; 3) solicitar que cada uma dessas leia para as demais o texto produzido por ela; 4) afixar, no mural da sala, os textos produzidos pelas equipes.
- “ Se eu fosse ...” -1) dividir a classe em equipes ou grupos; 2) pedir que cada uma complete as lacunas ou pontilhado com o nome de um objeto, animal, planta, personagem ou personalidade humana que gostaria de ser; 3) solicitar que escrevam e/ou desenhem a respeito do que gostariam de ser; 4) pedir que exponham suas produções aos colegas; 5) sugerir que as coloquem no mural ou varal de classe.
- Jogo do segredo (telefone sem fio) -Dizer uma pequena frase a uma criança e ela diz essa frase ao ouvido da criança que está ao seu lado e assim sucessivamente até percorrer as crianças todas. A ultima diz a frase em voz alta para vermos se coincidiu com a frase inicial.
- Jogo de formação de frases -Montagem: faça várias cartelas em cores diferenciadas, contendo: os substantivos, ações, conectivos e pontuação, separadamente. (ex: substantivos em rosa, conectivos em azul, etc.). Como jogar: a professora entrega a uma dupla de alunos cartelas contendo palavras, vogais e pontuação embaralhadas. Em seguida, pede a ela que forme as frases corretamente. Em outro momento, pergunta-lhe se é possível trocar elementos frasais com as demais duplas. Assim, os alunos treinam, de maneira lúdica, a comparação entre frases e entre elementos que estruturam uma frase, sem preocupar-se com nomenclatura. Em momento algum, a professora comenta a divisão de cores dos elementos. Ela deixa o aluno descobrir as diferenciações, instigando-o a reparar as diferenças. Outra forma de brincar é fazer com que uma criança monte a frase e a outra a leia em voz alta.
Créditos:Aprendendo com a tia Célia
25 de novembro de 2013
JOGO ROLETA MULTIDISCIPLINAR / ACERTE PARA GANHAR !
JOGO ROLETA
MULTIDISCIPLINAR
ACERTE PARA GANHAR !
Material
necessário para a confecção do jogo didático
pincel piloto.
compasso,
régua
papelão
tesura,
emborrachado,
cola bastão, régua
base de madeira
2 cubos de
bicicleta (completo)
PROBLEMAS ENVOLVENDO A DISCIPLINA MATEMÁTICA. ![]() |
| O ALUNO DEVERÁ LER AS PALAVRA E ENCONTRAR A PALAVRA DENTRO DA PALAVRAS!! |
![]() |
| PROBLEMAS ENVOLVENDO A DISCIPLINA MATEMÁTICA. |
REGRAS DO JOGO
1ª CADA
ALUNO GIRA A ROLETA PARA SORTEAR
O CONTEÚDO A SER ABORDADO;
2ª O ALUNO TEM QUE RESPONDER
CORRETAMENTE O QUE ESTÁ SENDO SUGERIDO
OU PERGUNTADO.
3ª CASO ACERTE
ELE CONQUISTARAR O DIREITO
RODAR A ROLETA DOS PRÊMIOS
4ª CASO A CERTE TERÁ O DIREITO DE PARTICIPAR
MAIS UM VEZ DO JOGO, APÓS TODOS
PARTICIPAREM;
5ª MESMO NÃO
ACERTANDO TODOS TEM DIRETO
A UM
PRÊMIOS SIMBÓLICO PELA PARTICIPAÇÃO.
29 de setembro de 2013
AS ENQUETES ESTÃO DE VOLTA .
![]() |
|
DATA 30/09/2012
|
Em dois mil e quatorze termos eleições,
o nosso blog está disponibilizando uma enquete com os possíveis candidatos que concorrerão aos cargos majoritários a
governador e senador, será disponibilizados a cada mês uma pesquisa
para ver a evolução dos pré-candidatos.
A antecipadamente agradeço a participação dos internautas
quem tenham o intuito de demonstrar de forma democrática as suas opiniões de
escolha dos possíveis conditos. Após o
termino divulgarei através de gráficos
os resultados, vamos caros leitores vamos
opinar e analisar com os grupos políticos de nossa cidade irão fazer suas escolhas se estão
no mesmo palanque ou se estão em lados opostos.
4 de julho de 2013
MAIS UMA VEZ VAI COMEÇAR LUTA TA FALTANDO CONSCIÊNCIA, E SOBRANDO PACIÊNCIA !
Vários
camaradas pensam que a política é algo que está longe deles, não tem nada a ver com a vida pessoal. É, excepcionalmente,
corriqueiro muitos deles confirmarem que não se preocupam por política, e, em
casos não muito extremos, alguns chegam a dizer que não querem saber de
política. Que estupidez, não sabem eles
que tudo, mas tudo mesmos está relacionado à politica, o seu salario professor (a),
a seu conta de energia, de água, o preço dos alimentos enfim tudo depende da
politica. Quando vejo um professor se
manifestando que não gosta de politica, e diz que os seus alunos devem ser
cidadãos conscientes de seus diretos e deveres, não participa das lutas do seu
sindicato, seu discurso se torna inócuo, vazio sem o mínimo de credibilidade
até quando professores vocês serão enganados, surrupiados, maltratados por
gestores que não tem nem um respeito pela categoria. Veja que humilhação para se
pagar um piso salarial de R$ 1.587,00 professor(a) acorde compare o valor de seu
salario com o salário do vereador do vice prefeito, do prefeito(a) de sua cidade, veja que suplicio para dar um
reajuste de 7,97% que foi homologado desde de janeiro de 2013 e muitos
gestores ainda não repassaram reajuste,
mas os culpados são vocês que por
comodismos querem viver na sombra dos outros, a luta é todos(as), até quando
isso vai perdurar? O pior analfabeto é o político que não sabe escolher os seus
verdadeiros representantes professor (a) já perguntou ao vereador que você votou
que projeto apresentou em prol da melhoria da educação em seu município? Você se lembre em quem votou? Acompanha o
desempenho de seu candidato? Entretanto, a cada dois anos, todos os brasileiros
são convidados a participarem das eleições e a delegarem poder aos seus
representantes para defender os interesses dos seus representados, mas na
pratica isso não acontece cada um defende primeiro os seus interesses para
depois pensar nos interesses da coletividade. O voto também é facultativo ao
analfabeto.
Fora de época das eleições, a preocupação com os temas políticos
diminui muito de importância. Pelo menos já não ocupa o centro das atenções e,
por decorrência, as matérias de jornais, revistas e da televisão. Mas e a
política, também se torna menos importante? É claro que não.
Na verdade, a
política interfere em nossas vidas todos os dias. Por vezes, é fácil perceber.
Outras vezes, nem tanto. Assim, de forma clara ou de forma menos aparente,
todas as leis e medidas, tomadas por aqueles que foram legitimamente eleitos,
interferem direta ou indiretamente em nossa vida. Será que nossos professores “formadores
de opinião” tem consciência politica? Essa pergunta é fácil é só convoca – los para uma assembleia e ver
o número de participantes
SERÁ QUE OS ELEITORES SABEM QUAL É A FUNÇÃO DOS VEREADORES !
Qual a
verdadeira função do vereador (a)?
Enquanto
agente político, ele faz parte do poder legislativo, sendo eleito por meio de
eleições diretas e, dessa forma, escolhido pela população para ser seu
representante. Esta noção de representante da sociedade está entre as noções
mais caras dentre suas funções, pois as demandas sociais, os interesses da
coletividade e dos grupos devem ser objeto de análise dos vereadores e de seus
assessores na elaboração de projetos de leis, os quais devem ser submetidos ao
voto da assembleia (câmara municipal). Dessa forma, são responsáveis pela
elaboração, discussão e votação de leis para a municipalidade, propondo-se
benfeitorias, obras e serviços para o bem-estar da vida da população em geral.
Os vereadores, dentre outras funções,
também são responsáveis pela fiscalização das ações tomadas pelo poder executivo,
isto é, pelo prefeito, cabendo-lhes a responsabilidade de acompanhar a
administração municipal, principalmente no tocante ao cumprimento da lei e da
boa aplicação e gestão do erário, ou seja, do dinheiro público.
Quanto à dinâmica das
discussões e votações nas sessões, os vereadores organizam-se entre partidos
que são considerados da base do governo (não apenas aquele do qual o prefeito
faz parte, mas também outros que aderem ao modelo de governo da atual gestão) e
os que são considerados de oposição. Vale dizer que o fato de um vereador ser
da oposição não significa que ele sempre se posicionará contra as medidas
propostas pelo prefeito ou pelos partidos de base. O contrário também é
verdadeiro, uma vez que a base poderá não aprovar alguma medida do poder
executivo. O que se espera, pelo menos em tese, é que o posicionamento dos
parlamentares sempre seja pautado pelo interesse da coletividade (isto é, pela
racionalidade na análise dos projetos), e não apenas em termos partidários, da
disputa política. ....... Segundo o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), na
eleição para os cargos proporcionais não são eleitos, necessariamente, os
candidatos que conseguem obter a maioria dos votos.Depende-se de cálculos
específicos, os quocientes eleitoral e partidário, conforme determina o Código
Eleitoral brasileiro. O quociente eleitoral trata-se do resultado da divisão do
número de votos válidos no pleito (todos os votos contabilizados excluídos
brancos e nulos) pelo total de lugares a preencher em cada parlamento, isto é,
em cada câmara municipal, no caso de vereadores. .... Assim, como aponta o TSE,
quanto mais votos às legendas conseguirem, maior será o número de cargos destinados
a elas. Os cargos devem ser preenchidos pelos candidatos mais votados de
partido ou coligação, até o número apontado pelo quociente partidário. Por
isso, muitas vezes, estranha-se por que algum candidato com certa notoriedade
ou visibilidade mais destacada (muito bem votado) não tenha conseguido se
eleger, em detrimento de outro, menos conhecido e menos votado. A resposta
poderia estar no fato de que o primeiro (embora mais votado) seria de um
partido e coligação que não alcançou o quociente eleitoral, diferentemente do
segundo que, por conta de sua coligação, foi “puxado” para dentro, sendo
eleito...... Se por um lado faz parte da realidade brasileira um maior
amadurecimento político da sociedade, o fortalecimento da democracia, bem como
um processo eleitoral moderno copiado pelo mundo afora (quando pensamos nas
urnas eletrônicas), pelo outro, ainda existem indivíduos que veem na política a
possibilidade da ascensão econômica e do prestígio social, distanciando-se dos
verdadeiros propósitos da vida pública.
Obviamente, as generalizações são sempre equivocadas
e por isso é certo ponderar que existem muitos candidatos sérios e
comprometidos. No entanto, a história da política brasileira confirma a
existência permanente de políticos de ocasião, oportunistas e de caráter
duvidoso. Estes, na ânsia da realização de seu projeto pessoal de carreira
política, acabam prometendo até mesmo fazer chover. Daí a necessidade do
desenvolvimento de uma consciência política cada vez mais apurada e aguçada,
pronta para descartar o voto nestes indivíduos e para confirmar o apoio aos que
realmente desejam uma cidade melhor para todos. Por isso, votemos conscientes.
Por Paulo Silvino Ribeiro
Colaborador Brasil Escola
Bacharel em Ciências Sociais pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Mestre em Sociologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Doutorando em Sociologia pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Colaborador Brasil Escola
Bacharel em Ciências Sociais pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
Mestre em Sociologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho"
Doutorando em Sociologia pela UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas
ww.brasilescola.com/politica/funcoes-vereador.htm
3 de julho de 2013
É NA DEMOCRACIA QUE OS MOVIMENTOS SOCIAIS TEM VOZ
Convivemos atualmente
como o maior momento de democracia na história do nosso país em que as liberdades
de expressão estão asseguradas através da Constituição. São muito importantes
os movimentos populares que estão acontecendo nas grandes metrópoles do nosso
Brasil verde e amarelo. Atualmente é necessário que os governos de plantão
tenham consciência que a insatisfação é geral e as críticas devem ser encaradas
com naturalidade e não com violência botando a policia para bater a população
que está cansada de ser expolida e roubada de seus direitos. Copa
do Mundo, Olimpíada são eventos grandiosos e que dão uma
visibilidade ao país e novos investimentos incalculáveis, mas existem outras
prioridades, mas importante que isso, por exemplo, o povo pobre morrendo nos
hospitais isso é muito grave, nesse setor é uma fartura falta tudo. E nisso a
corrupção prevalecer através do superfaturamento de obras.
Na minha modesta opinião acredito que
as manifestações têm um caráter de descontentamento e uma total
descredibilidade na classe politica que continua levando vantagem com a
corrupção que está infiltrada nos três poderes e prevalece e uma justiça “cega”
de olhos bem abertos que só pune os pobres, onde os magnatas corruptos são
beneficiados pelas leis que eles próprios aprovam. É necessário o
discernimento que as manifestações não é só contra o aumento de preços nos
transportes públicos é o movimento, social que resolveu não acordar até porque
não estavam dormindo, mas resolveram botar toda indignação pra fora
contra os descasos dos serviços públicos que são oferecidos a
população. É um movimento que trará consequências nas eleições de 2014 os
deputados, senadores e governadores devem ficar atentos aos clamores das ruas.
Os protestos são muito
importantes é o contraponto nas prioridades dos gestores públicos.
29 de junho de 2013
A ÁGUA EM ARAUÁ CONTINUA SEM TRATAMENTO ADEQUADO
1 de maio de 2013
A DESO E SUA ÁGUA SUJA!
Não é permitido mas chover, em Arauá como não é filtrada e trata a água da forma correta. as fotos pode comprovar isso.
Está se fornecendo uma água suja. o povo que paga carro por esse serviço deveria deveria se manifestar
PARA COMPROVAR QUE A ÁGUA ESTÁ SAINDO DA TORNEIRA, POIS OS PICARETAS DE PLATÃO PODERIA QUESTIONAR SE A ÁGUA SERIA A QUE O A (DESO) ESTÁ FORNECENDO. ISSO COMPROVA QUE NÃO ESTÁ SENDO FILTRADA ADEQUADAMENTE.
26 de abril de 2013
À HOMOSSEXUALIDADE NA ESCOLA
A
FORMAÇÃO E PERCEPÇÃO DOS PROFESSORES DE ARAUÁ/SE EM RELAÇÃO À HOMOSSEXUALIDADE
NA ESCOLA[1]
Gilson Dias de
Carvalho[2]
Orientadora Professora Enedina Soares Souto
O presente
artigo analisou a questão da homossexualidade na escola, uma evidência complexa que nos faz repensar os nossos atos e conhecimentos
sobre as relações humanas no cotidiano escolar. A pesquisa teve como objetivo analisar
a formação e percepção dos professores sobre homossexualidade e como eles lidam
com essas situações em sala de aula. O estudo pautou-se em investigar a
formação dos professores de Arauá com relação às mudanças de paradigmas sobre a
homoafetividade Os dados foram coletados através de questionário aplicado aos professores
da cidade e teve como objetivo analisar a formação e percepção dos professores
sobre homossexualidade e como estes lidam com situações da sexualidade em sala
de aula. Para tanto, o referencial teórico foi baseado nas ideias de vários
pensadores como: Abramo (2004), Abramovay (2004), Arseli Kern (2010), Brasil
(1997), Correia (2008), Dinis (2008), Leal (2010), Oliveira (2010), Paulino
(1999) e Ribeiro (2010). A pesquisa revelou que existe grande diversidade de
pensamento sobre o tema estudado, e pode-se observar que os professores ainda apresentam
dificuldades no que tange às situações que envolvem relações homoafetivas devido
aos padrões morais, éticos e religiosos que carregamos em nossa história de
vida.
PALAVRAS CHAVE: Desigualdade de
gêneros. Homossexualidade. Homoafetividade na escola. Professor
ABSTRACT
Abstract: This article was treated homosexuality in
school, a complex question that makes us rethink our knowledge about the human
relations in daily school. The search was aimed to know the feeling of the
teachers about homosexuality and how they deal with situations of sexuality in
the classroom. Also investigated about the teacher training in relation to
paradigm changes about the sexuality. The information were collected through of
questionnaire given with teachers Arauá-SE Cty, and that the answers were
analyzed and based on ideas of several thinkers as: Abramo (2004), Abramovay
(2004), Arseli Kern (2010), Brasil (1997), Correia (2008), Dinis (2008), Leal
(2010), Oliveira (2010), Paulino (1999) and Ribeiro (2010). The search revealed
that there is wide variety of thought about the theme homosexuality, and could
be observed the teachers still have difficulties when dealing with situations
that involves relations homoaffective due to moral, ethical and religious
patterns that who we carry in our life history.
KEYWORDS: Gender inequality. Homosexuality. Homoaffection school. Teacher
1 Introdução
Existe
uma profunda necessidade de repensar sobre as questões da homossexualidade nas
relações humanas da sociedade atual, sobretudo quando esses ocorrem no
cotidiano escolar, onde muitos educadores não reconhecem as mudanças no campo
da sexualidade e alcance que as discussões sobre homossexualidade presente nas
relações sociais da escola, chegando ao ponto de muitos professores
discriminarem alunos pela orientação sexual.
Tais mudanças se referem principalmente ao desenvolvimento de um saber
sobre a sexualidade no sentido de abrir-se para a diversidade da orientação
sexual, as denúncias de violência contra homossexuais, a luta pela cidadania e
os desdobramentos no campo jurídico, social e cultural.
Diante
da questão em tela, o presente artigo trata das desigualdades de gênero na relação
entre professores e alunos, uma vez que a homossexualidade ganha cada vez mais
visibilidade e para tanto, os educadores precisam desconstruir os seus
paradigmas que moldam as concepções discriminatórias.
A
temática de estudo desta pesquisa surgiu pelo fato de ser professor e perceber
nas andanças profissionais a necessidade de mudanças no que tange às percepções
sobre a homossexualidade. Em função disso, faz se necessário um novo olhar
sobre esta questão, de modo que a escola possa criar estratégias de enfrentamento,
tanto por parte dos professores como dos alunos.
São
vários os questionamentos que movem os direitos sexuais de um indivíduo, de
modo que esses são importantes tanto como os direitos civis, políticos e sociais.
Assim, é necessário que a orientação sexual seja compreendida em sua complexidade
e não baseada em afirmações preconceituosas como tem se caracterizado no
contexto social. É necessário a socialização do debate que as relações de
gênero propõem para a compreensão da homossexualidade e dos desdobramentos das
relações sociais no espaço escolar. Como afirma Correia (2008, p. 03):
É inegável a importância do
estudo sobre sexualidade na vida dos seres humanos, pois ela é experimentada ou
revelada em expectativas, imaginações, anseios, crenças, posturas, valores,
atividades práticas, papéis e convivências.
Nessa
condição, a sexualidade é uma dimensão reveladora de fatores emocionais que
envolvem o corpo do ser humano abrangendo toda identidade sexual. Sendo assim,
inúmeros estudos mostram que as questões do gênero e raça devem ser entendidas
como parte da conduta humana. É notório
que na atual conjuntura social ainda temos presenciado uma carga de
preconceitos, valores e tabus nas nossas escolas. Desta forma Ribeiro (3010, p.
02) referenda o seguinte:
Na
atual estrutura e organização da população impõe - se não a aceitação, o
respeito à livre escolha individual. Estamos diante de um momento de transição
de opiniões, e que vem se tornando notório a todos, hoje é comum vermos casais
homossexuais nas ruas, em bares, festas, cinemas, escolas e a cada dia que
passa essa liberdade se torna maior, mostrando que a sociedade está mudando de
acordo com as aceitações das atuais relações humanas.
Diante do
exposto, o estudo em foco traz a tona uma das questões mais importantes
inseridas no cotidiano da escola e, por esta razão a homossexualidade ainda é motivo de uma gama de preconceitos,
onde Ferreira (2010, p. 214) define como:
Ideia
preconcebida; suspeita, intolerância, aversão a outras raças, credos,
religiões; significado que nos faz pensar se realmente temos consciência de todos esses sentimentos quando
está preconceituando a imagem de algum ser humano, seja por homossexuais ou outro de preconceito sobre
alguém.
Neste
sentido, o professor deve ser comprometido com a formação do educando,
independente de qualquer opção sexual e tenha como princípio a construção da
identidade para desenvolver a capacidade de agir com autonomia tendo como base
a incorporação da diversidade.
Estamos
diante de um contexto social onde as relações sociais são movidas por um mundo
globalizado em que as distâncias são barreiras superadas a cada momento. Logo,
temos a educação como uma das ferramentas mais importantes e capazes de reduzir
as diferenças entre os gêneros e raças, diminuindo, assim, situações excludentes
que decorrem entre os gêneros. Compreendendo, portanto, que a educação deva
acompanhar as mudanças e desafios postos pela sociedade.
Estudiosos
apontam que a escola capaz é de promover as competências indispensáveis aos
desafios sociais no mundo atual numa perspectiva de ampliação das possíveis
causas que corroboram para as desigualdades de gênero.
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